📍 Arari — Maranhão · Terra da Melancia e da Pororoca sábado, 10 de outubro de 2026

10 de Outubro na História de Arari

10/10/1857

No dia 10 de outubro de 1857, durante uma sessão da Assembleia Provincial do Maranhão, foi adiada a discussão do projeto de lei que elevava à condição de freguesia a capela curada de Arari, até que chegassem as informações solicitadas ao bispo diocesano sobre o assunto.

10/10/1877

No dia 10 de outubro de 1877, a Câmara Municipal de Arari — composta pelos vereadores José Joaquim dos Santos, Miguel Antônio Pinto, Francisco Antônio de Ericeira, Raimundo Belfort Gomes, Raimundo Bogéa e Pedro Alexandre de Souza, sob a presidência de Antônio Luiz Soares — encaminhou ao presidente da província do Maranhão uma solicitação para que fossem acrescentados ao código de posturas do município novos artigos. Esses artigos deveriam estabelecer a permissão para o trânsito de boiadas dentro da vila de Arari; a proibição de transportar madeiras pelo Nema após a conclusão da tapagem do igarapé; e a vedação da passagem de boiadas, vaqueiradas, cavalarias e carros carregados sobre a ponte do Nema.

10/10/1967

No dia 10 de outubro de 1967, o Grêmio Arariense dos Estudantes (G.A.E) enviou uma carta ao arcebispo do Maranhão, Dom João José da Mota e Albuquerque, denunciando o Padre Clodomir Brandt e Silva, que estaria incitando violência dentro de sua paróquia. A carta — publicada na íntegra no Jornal Pequeno, em 13 de outubro de 1967 — foi assinada por Abdelaziz Aboud Santos, José de Ribamar Fernandes, David Maciel Santos, Leão Santos Neto, Rômulo de Jesus Soares, José Benedito Pestana, José Benedito Garcia Lima, Rafael Silva e Sousa, João Mário Chaves e Haroldo Ribeiro Sousa.

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Fontes: BATALHA, João Francisco. Arari em datas. 3 ed. São Luís: EDUFMA, 2023; FERNANDES, José Cleilson. Cronologia histórica de Arari [obra em andamento]. Arari: Ed. do autor, 2026.